Sou Dom Ruan, acompanhante masculino em Belém, e não gosto de encenação vazia. O que acontece comigo é direto, intenso e baseado em presença real. Tenho corpo definido, tatuagens marcantes e uma postura que fala antes mesmo de qualquer aproximação.
Não trabalho com pressa nem com roteiro engessado. Cada encontro tem o próprio ritmo, e eu me adapto ao clima que se forma entre duas pessoas. Às vezes é algo mais calmo, quase silencioso; em outros momentos, a energia muda completamente e tudo fica mais provocante.
Gosto da dinâmica de tensão. Aquela troca de olhar que dura um pouco mais do que o normal, o espaço entre uma conversa e outra, o silêncio que não incomoda — pelo contrário, aumenta a expectativa.














