Não é pressa. É construção.
Eu não gosto de atropelar o momento.
Prefiro quando começa leve… um olhar mais demorado, um toque que não precisa provar nada ainda.
Meu corpo chama atenção, eu sei. Mas não é só isso que prende.
É a forma como eu aproximo, como provoco sem falar muito, como deixo o clima mudar sozinho.
Quando você percebe, já não é mais um encontro comum.
Aricanduva.













